A alergia respiratória em crianças leva preocupação aos pais, uma vez que as crises geram desconforto e afetam até mesmo o desenvolvimento dos pequenos. Enquanto alergias alimentares e dermatológicas tendem a diminuir conforme a criança vai crescendo, as respiratórias podem continuar na fase adulta.

Veja algumas dicas para controlar as crises de alergia respiratória em crianças e evitar que a doença limite o seu desenvolvimento.

Alergia respiratória mais comum em crianças

Apesar de comum em qualquer idade, a alergia respiratória costuma ser mais frequente e preocupante em crianças. Os tipos mais comuns são a rinite alérgica e a asma. Pela exposição a ambientes com ácaros, poeira, pólens de plantas e pelos de animais, as crianças ficam mais propensas a adquirirem estes dois tipos de alergia.

Enquanto a rinite provoca congestão nasal, coceira nos olhos, coriza e espirros, a asma deixa a respiração difícil, causa chiado no peito, tosse crônica e falta de ar. Em geral, as doenças alérgicas acometem principalmente as pessoas com predisposição genética. Assim, elas apresentam vários sintomas quando entram em contato com determinadas substâncias como poeira.

Frequentemente, esses sintomas são confundidos com os de um resfriado. No entanto, o resfriado pode vir acompanhado de febre passageira e dura menos de uma semana. Já a alergia respiratória pode durar mais tempo. Além disso, os episódios são mais frequentes, pois ocorrem sempre que a criança se expõe aos alérgenos.

Como controlar a alergia respiratória em crianças

Poeira, ácaros, mofo, fungos, pelo de animais, pólen, fumaça de cigarro, perfume, produtos de limpeza e inseticidas são algumas das substâncias que mais provocam alergias. Desse modo, a melhor forma de evitar as crises é evitando o contato com esses itens.

Veja algumas medidas que podem ajudar a controlar a alergia respiratória em crianças:

  • Evite tapetes, cortinas, bichos de pelúcia e outros itens que acumulem pó;
  • Lave a roupa de cama semanalmente;
  • Mantenha os ambientes bem arejados e expostos ao sol sempre que possível;
  • Não use vassoura e espanador, mas sim aspirador de pó e pano úmido;
  • Lave as mãos com frequência;
  • Não deixe que os pets frequentem os quartos;

Além disso, existem medicamentos que aliviam os sintomas e também vacinas que podem ajudar a reduzir o nível de sensibilidade do paciente aos alérgenos. Consulte um alergista e verifique as opções de tratamento mais adequadas para cada caso.

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